terça-feira, 22 de março de 2011
Vamos rezar por Japão e por nós também...
Até quando o ser humano vai desafiar a natureza ? Não vamos nunca rever o modo de viver e respeitar as forças naturais ? Quando falo em forças não é tanto do terremoto ou maremoto, mas da produção de usina nuclear e desafiar sua natureza destrutiva.
Precisou assitir pela mais moderna tecnologia on time e nem assim nos convencemos para mudar o nosso destino ? Não deixemos impune estas vidas e vamos reverter a ordem dos valores e não desenvolver e consumir a todo custo, sem pensar nas consequencias.
Vamos rezar pelo japão e por nós também. Onde estaremos daqui 10 anos ?
http://www.youtube.com/watch?v=V6OiZrVdjOs&feature=related
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
LAGO MULTIMÍDIA DO PARQUE IBIRAPUERA E ENFEITES RECICLADOS DO PÃO DE AÇÚCAR SÃO DESTAQUE DO PRIMEIRO PRÊMIO NATAL MÁGICO DA CIDADE DE SÃO PAULO
A época do Natal é propícia para o comércio enfeitar suas vitrines e fachadas com elementos que encantam crianças e adultos, além de deixar a cidade mais alegre, iluminada e colorida. E foi justamente para premiar a criatividade e iniciativa de comerciantes e outros estabelecimentos como escolas, clubes, restaurantes e também as ruas e avenidas, que nasceu o Prêmio Natal Mágico da Cidade de São Paulo, pelas mãos dos publicitários Elza Tsumori e Ricardo Migliano.
Durante o mês de novembro, até 16 de dezembro, qualquer pessoa podia fotografar sua decoração preferida e enviar para o site www.natalmagicosaopaulo.com.br especificando o local fotografado.
Foram mais de 120 inscrições selecionadas pelos organizadores numa primeira etapa, sendo que os premiados foram escolhidos entre 65 finalistas por um júri formado por especialistas do mercado promocional, jornalistas e representantes das empresas apoiadoras que avaliou a decoração de acordo com a originalidade, inovação, tecnologia, elementos clássicos ou ecológicos.
Serão oferecidos 59 certificados, incluindo as decorações que não foram inscritas mas indicadas pelos próprios jurados: a Arvore de Natal do Ibirapuera como precursora de toda decoração de Natal da cidade e mais a decoração da Crefisa, da Rua Canadá, um atrativo para crianças e adultos.
Foram oferecidas ainda sete Super Destaques e dois Destaques pela iniciativa Social e um Destaque do Ano do Júri para o Pão de Açúcar pelo conjunto integrado de ações que ultrapassam a beleza e apelo sustentável mas promove integração social e possui alto valor agregado.
Conheça os vencedores em cada categoria:
Super e Hipermercados
Supermercado Pão de Açúcar (Av. Brigadeiro Luis Antonio) - DESTAQUE DO ANO DO JURI
• ambientes externos
• ambientes internos
Galerias e Lojas de Fábricas
Galeria Center 3 - Av. Paulista
• fachadas e frentes
Conjunto Nacional
• fachadas e frentes
• ambiente interno
Decoração de Ruas, Avenidas, Praças e Prédios Públicos
Hospital Santa Catarina
• ambiente externo
Multimidia Lago do Parque Ibirapuera - Destaque do ano do juri
• ambiente externo
Prefeitura de São Paulo - Destaque Especial
• ambientes externos
Prefeitura de São Paulo - 23 de Maio
• ambientes externos
Ponte Estaiada – Destaque Especial
• ambiente externo
Colégio Arquidiocesano
• ambiente externo
Parque Mario Covas
ambiente externo
Lojas (situadas em ruas, avenidas e praças)
Valrhoma Chocolat Lounge - Alameda Lorena – Destaque Especial
• vitrine
Loja Kitchens – Destaque Especial
• fachadas e frentes
• ambientes externos
Loja Natural Gifts - Rua Normandia
• fachada e frentes
• vitrine
Loja Santodicasa - Rua Normandia
• ambiente externo
• vitrine
Lojas Pernambucanas
• fachadas e frentes
• vitrine
Shopping Centers ( Clube de Lojistas )
Shopping Iguatemi – Destaque Especial
• fachada
• ambientes externos
• (Papai Noel)
Shopping Anália Franco
• ambientes externos
• ambientes internos
Shopping Ibirapuera - Destaque Iniciativa Ação Social
• ambiente interno
Shopping Center Norte
• ambiente externo
• ambiente interno
Shopping Eldorado – Destaque e Destaque Iniciativa Ação Social
• ambiente interno (Papai Noel)
Shopping Market Place
• ambiente interno (Papai Noel e Mamãe Noel)
Shopping Pátio Paulista
• ambiente interno
Shopping Vila Olimpia
• ambientes internos (Papai Noel)
Shopping Morumbi
• fachada e frentes
• ambientes internos
Agência de Bancos e Edifícios de Bancos
Banco Bradesco Prime - Av. Paulista
• fachadas e frentes
• ambientes externos
Banco do Brasil – Av. Paulista
• ambientes internos
Banco Panamericano – Av. Paulista
• ambiente externos
Banco Itaú Personalité – Av. Paulista – Destaque Especial
• fachadas e frentes
• ambientes externos
Hotéis e Cond. Hotéis
Hotel Bourbon Convention
• ambientes externos
• ambientes internos
Bares e Restaurantes
Era Uma Vez Chalezinho – Destaque Especial
• ambientes externos
• ambientes internos
Destaque sem inscrição
ÁRVORE DO PARQUE IBIRAPUERA – Por ser precursora de decorações que viram ponto turístico na cidade no período das festas Natalinas
CREFISA – Rua Canadá como um atrativo para crianças e adultos.
Jurados
ALINE DELMANTO - Gerente de Planejamento e Estruturação do Turismo
São Paulo Turismo
EDUARDO PASCHOA - Consultor AE Solutions
JOSÉ GASPAR BRANDÃO - Diretor Executivo AMPRO - Associação de Marketing Promocional
RICARDO MOTTA - Gestor Inovação e Integração Mark-Up
ROSANE VITALE - Diretora Divina&Beauty
ROSE DE ALMEIDA - Jornalista e publicitária - Diretora Sílaba Comunicação
sexta-feira, 19 de novembro de 2010

O 1º PRÊMIO NATAL MÁGICO NA CIDADE DE SÃO PAULO
Premiação visa destacar as mais belas decorações de Natal
Aproveitando que dezembro é o mês mais importante de vendas para o varejo e que tanto adultos como crianças se encantam com ícones tradicionais como o Papai Noel, árvores, luzes coloridas, panetones e tantos outros símbolos, acaba de ser lançado o 1º Prêmio Natal Mágico na Cidade de São Paulo.
Segundo os idealizadores Elza Tsumori e Ricardo Migliano da Cia Ativadora de Negócios, o objetivo é justamente destacar os estabelecimentos que se preparam para a chegada do Natal e homenageiam seus consumidores com uma bela decoração.
“Natal é uma festa universal e familiar. Não são poucas as famílias que se deslocam pela cidade para conhecer e visitar as decorações”, afirma Tsumori, enquanto Migliano diz que “a época tem a capacidade de resgatar a criança que está em cada adulto e encantá-lo com pequenos enfeites”.
O envolvimento de entidades de negócios e também das associações comerciais e promocionais estabeleceram um engajamento inédito em benefício do varejo paulista. Já estão apoiando a iniciativa a Prefeitura da Cidade de São Paulo, São Paulo Turismo, o São Paulo Convention & Visitors Bureau, a Associação Brasileira da Indústria de Hotéis, a Associação Comercial de São Paulo, a AMPRO Associação do Marketing Promocional entre outras entidades.
A mecânica de participação é gratuita e muito simples. Consiste no cadastramento no site da promoção e o envio de fotos recentes da decoração de fachadas, vitrines ou de ambientes internos e externos nas seguintes categorias:
* Super e hipermercados
* Postos de Gasolina e Lojas de Conveniência
* Fachada de Shopping Centers (Clube de Lojistas)
* Galerias e lojas de fábrica
* Decoração de ruas, avenidas, praças e prédios públicos
* Lojas (situadas em ruas, avenidas e praças)
* Lojas de shopping Center
* Agências de bancos e edifícios de bancos
* Hotéis e Flats
* Bares e Restaurantes
* Clubes de serviços e bairros (tipo Lions e Rotary Clube)
O período de inscrição vai de 23 de novembro a 10 de dezembro e a avaliação e julgamento acontece entre os dias 08 e 10, por júri formado por profissionais do setor de promoção e eventos, jornalistas e representantes das entidades apoiadoras.
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Recebido em: Vinte e Dois de Outubro
Que o presente seja um pacote de alegrias sempre a surpreender e fazer sorrir.
Que o futuro seja a realização de uma vida intensa, realizadora e que valeu a pena viver.
Felizes anos novos para você, amiga Elza!
C.
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Aproveitando o encerramento do Cine Gemini
Registro este fato em homenagem ao meu pai Kazuo Tsumori, conhecido como "seu Chico" e que dedicou mais de 40 anos de sua vida profissional como pintor de cartazes de cinema da capital paulista. Além dos anos que pintou enormes placas de anúncio que ficavam nas estradas e placas de comércio. O antecedente do nosso atual outdoor e banners plotados.
O meu pai também foi um profissional da promoção.
Quando começou a pintar cartazes para filmes era início dos anos 50 e a colônia japonesa fazia fila para assistir os poucos filmes que eram importados por uma família progressista do sr. Tanaka. Logo depois construíram um prédio na Rua Galvão Bueno, onde por muitos anos funcionou um hotel e no térreo o Cine Niterói, palco de muitas filas. Atualmente este pedaço da rua Galvão Bueno é um viaduto sobre o acesso leste-oeste. Depois veio Cine Jóia, Cine Nippon e Cine Nikkatsu, cada um com representando uma produtora de filmes japoneses. Foi uma época bem agitada e que originou o bairro japonês na Liberdade, enchendo de comércio, hospedarias, escritórios e moradias dos japoneses e seus descendentes.
Meu pai foi um excelente pintor nato, autodidata e tornou-se conhecido no meio cinematográfico pelos seus trabalhos nos cinemas da colônia. Durante as décadas de 50,60, 70 e 80 criou também os cenários dos principais shows de artistas japoneses que vieram ao Brasil.
Com o crescimento do mercado de cinema no Brasil, muitos vieram procurar meu pai e estendeu seus trabalhos para circuito da Cinelândia, como Cine Metro, Cine Comodoro - Cinerama, Cine Marrocos, República, Marabá e tantas outras salas de sucesso. Eram 50, 100 e 200 metros quadrados de anúncios nas fachadas, complementadas com displays tridimensionais, legendas nas fotos de vitrines.
Eu me lembro até hoje o dia em que Glauber Rocha veio ao galpão onde trabalhava meu pai - chamado na época de "oficina de pintura". Ele veio para solicitar a pintura do painel de lançamento do filme "Barravento".
Por causa desses momentos vividos na minha infância em torno do cinema, o encerramento das atividades do Cine Gemini me fez lembrar o tempo em que eu ia com meu pai fazer a colocação de faixas, displays e fotos nas vitrines dos cinemas.
O Cine Gemini, mais recente, recebeu a visita do meu pai muitas vezes nos anos 80, quando já ficava raro ter fachadas cobertas com os painéis. Nesta época os letreiros com caxilhos de acrílico leitoso na fachada substituíram as pinturas e o seu trabalho era restrito nos displays, nos cartazes traduzidos e legendas de fotos.
Esta lembrança me trouxe a nostalgia de um tempo que não volta mais. A época dos cinemas de rua, muito diferente de hoje, serviu de cenário para aproximação, namoros, passeios familiares e point dos jovens. Hoje as salas de projeção são menores e concorrem com home theater e jogos interativos. Além disso a tecnologia de hoje é digital, 3D e high definition.
Desta forma, cada geração vê as suas novidades, mas espero que o cinema continue a encantar crianças e adultos, mesmo coexistindo com as outras tecnologias e midias.
domingo, 3 de outubro de 2010
O "Street View" do Google
Se de um lado esta ferramenta permite a busca de lojas, restaurantes e empresas, facilitando a localização imediata devemos refletir no uso indevido e malicioso. Como tudo nesta vida existe dois lados: o lado positivo e o lado negativo. E, depende de nós vigiar e desaprovar qualquer abuso ou mau uso.
E para aqueles que constantemente relembra a obra 1984 de George Orwell é fácil ver nesta ferramenta mais uma batuta do "Big Brother". Só que nada se sustenta sozinho. É preciso colocar num contexto onde as peças e os fatos se encaixem perfeitamente para que possamos temer esta ferramenta como tal.
Neste momento, devemos ficar atentos com a possibilidade de perder o acesso às notícias e fatos que verdadeiramente mostrem a face da realidade. Lemos nestes últimos anos constante cobrança da mídia sobre a possibilidade de cesura e controle da informação o que não pode ser permitido. Quem deve tirar as conclusões somos nós cidadãos.
quarta-feira, 23 de junho de 2010
Xico Graziano comenta o Código Florestal
Publico o artigo do Xico Graziano e que li no Estadão do dia 15 de junho e gostei muito. Veja também outros artigos no www.agrobrasil.agr.br. Boa reflexão a todos.
TRISTE PELEJA
Nada positiva essa encrenca sobre o Código Florestal. A opinião pública anda confusa, até assustada. Argumentos esdrúxulos partem de ambos os lados, tanto dos ambientalistas quanto dos ruralistas. Virou um besteirol rurambiental.
Embora contenha defeitos, não é verdade que o relatório Aldo Rebelo escancare as portas da destruição florestal. Tampouco é aceitável acusar, como fez o deputado, as ONGs ambientalistas de servirem ao capital internacional. Agricultor não é sem-vergonha nem ecologista serve à maldade. A radicalização só atrapalha a superação desse sério impasse sobre a legislação florestal do País.
Bandidos contra mocinhos funciona bem no cinema, não na roça. Nessa matéria, que importa ao futuro da sociedade, não pode haver vencedores nem vencidos. Será imperdoável votar uma proposta de modificação do Código Florestal que derrote o ambientalismo, por mais estranhas que sejam certas posições dentro dele. Por outro lado, se o ruralismo perder para a ingenuidade verde, melhor seria decretar o fim da agricultura. Ninguém sabe, assim procedendo, como viveriam os seres humanos.
O dilema entre produzir e preservar não comporta pensamento obscurantista nem simplista. Ao contrário, somente a luz do conhecimento poderá encontrar saídas que levem ao novo, e imprescindível, modelo civilizatório. O mundo alimenta, hoje, 6,5 bilhões de habitantes, seguindo há séculos, no campo e nas cidades, uma trajetória de confronto com a natureza. Até 2050 a população talvez se estabilize em 9 bilhões de pessoas. Vai piorar a pegada ecológica.
Querer praticar a agricultura predatória dos antepassados será burrice incomensurável. Por outro lado, defender a regressão agrícola soa insano. Conclusão: somente a tecnologia agropecuária resolve esse impasse, fundamentando uma proposta conciliadora entre a produção e a preservação. Uma saída negociada que unifique as posições em disputa. Nem tanto a Deus nem tanto ao diabo. O caminho do meio.
A agricultura sustentável deve fazer parte da solução, não do problema ambiental. Um roteiro de consenso para a reformulação do Código Florestal deve começar por expor seus porquês. Vamos lá. Quatro fortes razões justificam alterar a lei elaborada em 1965:
1) Existe dificuldade em conceituar a reserva florestal legal nas propriedades abertas antes da vigência da lei. Áreas de agricultura consolidada exigem tratamento distinto de locais ainda cobertos com vegetação nativa.
2) Certas áreas chamadas de preservação permanente, como várzeas, encostas e topos de morro, servem há décadas à agricultura de arroz, uva, café, entre outras, exigindo sua legalização produtiva.
3) Agricultores que, na Amazônia Legal, abriram terras antes de 1995, quando a reserva obrigatória era de 50% da área da fazenda, não podem ser criminalizados pela posterior elevação dessa proteção ambiental para 80%. Raciocínio semelhante vale para o cerrado.
4) A legislação precisa auxiliar o agricultor a resgatar seu passivo ambiental, favorecendo a recuperação especialmente das matas ciliares, aquelas que protegem rios e nascentes. Corredores ecológicos mais valem que pedaços de reserva isolados no território.
Existem várias possibilidades para avançar nesses quatro pontos básicos, adequando o Código Florestal à realidade presente, sem punir os agricultores de bem. Sendo assim, é aceitável:
1) Permitir a utilização de sistemas agroflorestais que misturem culturas com espécies arbóreas, inclusive exóticas, para facilitar a recuperação de áreas degradadas.
2) Realizar a compensação de passivo ambiental noutro local, fora da propriedade, mesmo ultrapassando o território do Estado quando houver identidade de bioma, na mesma bacia hidrográfica.
3) Incluir a área de preservação permanente (APP) no cômputo da reserva legal (RL), desde que o agricultor firme compromisso de recuperação ambiental com prazo máximo de dez anos.
4) Oferecer aos Estados maior capacidade de normatização e execução prática da lei florestal, estimulando o fortalecimento dos órgãos estaduais e municipais de meio ambiente.
Mas existem limites que não podem ser ultrapassados. É, portanto, inaceitável que o Congresso Nacional:
1) Anistie os fazendeiros que desmataram recentemente suas reservas florestais, afrontando conscientemente a legislação, particularmente após 2001, data da última alteração do Código Florestal.
2) Facilite novos desmatamentos, em qualquer bioma e para qualquer tamanho de propriedade; ao contrário, deve estabelecer uma moratória mínima de cinco anos na supressão de florestas nativas em todo o País.
3) Diminua o tamanho da reserva legal obrigatória, uma instituição genuinamente brasileira.
Decididamente, há espaço para compor uma boa posição entre o ambientalismo e o ruralismo, valorizando ambos. Para tanto, porém, é preciso superar o argumento polarizado. O raciocínio dualista, predominante na tradição ocidental, sempre opõe o bem contra o mal, o certo e o errado, santo contra pecador. Poderosa na religião, tal lógica costuma prejudicar a evolução das ideias e a solução dos problemas da sociedade. Assim acontece agora com a reformulação do Código Florestal.
Será necessário substituir esta briga atual, em que todos saem perdendo, por um jogo de vencedores, bom para o meio ambiente, bom para a agricultura. Acontece que nenhum jogo de futebol da Copa do Mundo chegaria ao final sem arbitragem. A grande culpa por essa encrenca recai sobre o governo Lula, que parece se divertir assistindo à triste peleja entre os agricultores e os ambientalistas.
Um descaso contra a galinha dos ovos de ouro do País.domingo, 6 de junho de 2010
Bicicleta pode transportar até móveis
Segundo Martin Turkenburg que escreve para Springwise, a crescente popularidade das bicicletas para o transporte de pessoas e produtos fizeram com que designs inovadores e mais potentes aparecessem mais.A última novidade é Vrachtfiets, uma espécie de bicicleta com um novo conceito. Criada por dois estudantes da Universidade Delft de Tecnologia - Holanda - ela foi concebida principalmente para ajudar as pessoas a se locomoverem carregando materiais pesados, sem a necessidade de alugar uma Van para o transporte. Os designers Onno Sminia e Louis Pierre Geerinckx trabalharam durante dois anos e recentemente apresentaram seu projeto executivo para seu primeiro cliente, a cidade de Delft. O Vrachtfiets é um veículo para duas pessoas, como explicaram os designers: "por que não ter duas pessoas pedalando para dividir o esforço, transportar peças pesadas e de forma ecológica?" E nas próximas versões, os designers querem prover uma tomada elétrica auxiliar na bicicleta e será alimentado por energia solar. As Vrachtfiets são calmas, livre de emissões e capazes de transportar caras substanciais para curta distância em áreas urbanas.. Sem dúvida, vou torcer para que se tornem cada vez mais populares, não só lá na Europa, mas também aqui no Brasil.
Website:www.vrachtfiets.nl
Contato: info@vrachtfiets.nl
Inauguração da rua coreana em São Paulo

No dia 22 de maio, a Prefeitura de São Paulo oficializou uma rua de Bom Retiro como a rua coreana, como a Rua Galvão Bueno é conhecida por ser a rua dos japoneses. Uma justa homenagem. Desde as 11 horas com a abertura solene até às 20 horas com muita música e premios, o povo paulista se misturou na Rua Lubavich e Tres Rios com coreanos e seus descendentes para comer, olhar e conversar. Fiquei com alguns amigos na frente de uma lanchonete curtindo. Acabei não encontrando a minha amiga hashi... No finalzinho, quando estava indo embora para a estação Tiradentes do Metrô, vimos que a Oficina de Cultura Oswald de Andrade ainda estava aberta e entramos para ver a exposição com a arte da escrita, cerâmica e pintura de artistas coreanos radicados no Brasil. sábado, 5 de junho de 2010
Black Barbie
No mês passado estive ausente do meu blog, mas não deixei de registrar algumas imagens para me lembrar de escrever algumas linhas.