sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Uma segunda feira de outubro


Foi no dia 19 de outubro pela manhã, que Paulo Roberto "Beleto" S. Maya deixou esta dimensão terrestre e foi criar suas idéias e desenhar seus traços tão refinados em algum lugar deste infinito mundo invisível para nós. Para seus amigos de longa data e longos dias de trabalho sobre a prancheta e tela de um computador, ficou uma saudade imensa e uma sensação de perda não só do amigo e colega, mas também de um profissional de talento incrível. Lembro-me do tempo em que pudemos trocar idéias e sentir um pouco da sua sensibilidade, através do olhar sempre atento e um palavreado personalíssimo. E, voltando no tempo, vi Beleto começando com André, Celso e no estúdio do Giacomo. E, finalmente numa vila da Alameda Jaú (que hoje deve estar em algum lugar dentro do Hotel Renaissance) conheci Beleto adolescente e daí em diante várias vezes foi meu colaborador. Mesmo com alguns anos de hiato, mesmo sem se ver com mais frequência nestes últimos três ou quatro anos, uma amizade tranquila e constante uniu Beleto às marcas PF&M, Art Company e Cia Ativadora de Negócios, mais de trinta anos, uma vida.

A minha homenagem é deixar aqui a última imagem que guardei, tirada no dia 20 de dezembro de 2007, no boteco perto da Ativadora.

Anoitecer de Acapulco

Esta bela vista da baía de Acapulco ao anoitecer do dia 11 de outubro não poderia deixar de registrar e mostrar aos amigos. Reunidos na sacada do terceiro andar da casa de praia de Marcela, nossa anfitriã, ficamos quietos só admirando a paisagem e curtindo a presença de amigos.

México de todos os iberoamericanos

Foi no início deste mês, exatamente dia 6 que cheguei na Ciudad de Mexico com 3 amigos meus, Elisabete, Gaspar e Guilherme. Dois companheiros da AMPRO - Associação de Marketing Promocional e uma amiga.

Ficamos lá nos dias 7 e 8 em intenso trabalho no WTC local, assistindo palestras interessantes sobre a atividade em diversos países como Argentina, Uruguai, Equador, Chile, Colômbia, Mexico, Espanha e naturalmente, as palavras do Brasil. Por falar em palavras, o Brasil era o único a falar português, no meio de tantos sotaques na mesma língua espanhola.

Depois, mudamos para Acapulco e lá "sofremos" muito para concentrar e trabalhar no dia 10, numa animada reunião da FIMAPRO - Federação Ibero Americana de Marketing Promocional. De lá saímos com a certeza de que este grupo criou verdadeiramente um elo forte entre muitos países, em torno de uma atividade tão complexa como estusiasmante, chamada de marketing promocional, por enquano.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Uma ilha no Japão onde livros são raros.

Eu achei bem curiosa esta notícia que vi pela Internet. Aliás, atualmente no Japão está na moda a ilha de Okinawa que fica ao sul do arquipélago e tem um clima mais ameno. Suas praias e tudo que este local propicia de diferente está virando cool ou cult. Mas, voltando à esta localidade de 500 habitantes, fiquei encantada com as construções, ruas, escola e a cultura mesmo com esta espantosa realidade da falta de livros. Notem como os barcos são içados para a terra...e agora vá ao link: http://www.nhk.or.jp/nhkworld/portuguese/top/video090925.html#

domingo, 27 de setembro de 2009

Jetro - Japan External Trade Organization

Ainda tem tempo para visitar o Design Japan no 3º piso do Shopping Iguatemi, pois termina dia 4 de outubro.

Peças de design inusitado, como embalagens de papelão que parecem esculturas, e peças feitas com o máximo do capricho das técnicas japonesas mais tradicionais são os atrativos da exposição.

A iniciativa de trazer as peças é da Jetro - Japan External Trade Organization. E a idéia é oferecer uma amostra da produção nipônica no segmento do design para os brasileiros.

É a primeira vez que exposição é realizada por aqui. Quem passar por essa espécie de lojinha de museu, sairá de lá, no mínimo, atualizado sobre técnicas modernas e tradicionais utilizadas nas peças made in Japan. Entre as mais especiais, merece destaque um jogo de chá com acabamento de ouro e platina. E também almofadas típicas de Kyoto, feitas com papel de arroz pintado com laca, recortado e depois tecido caprichosamente com o objetivo de exibir um relevo dos mais delicados. (texto pesquisado no portal UOL Estilo).

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Biblioteca do meio ambiente

No dia 30 de maio inaugurou a Biblioteca Raul Bopp, no Parque da Aclimação com um acervo de mil livros novos dedicados a questões ecológicas que vão se somar aos trinta e seis mil volumes já existentes. A biblioteca se tornou a oitava temática, de São Paulo. Segundo as informações da biblioteca, cerca de cinquenta pessoas vão à Raul Bopp, por dia.
Um dos acessos é por dentro do parque com uma alameda cheia de mesas e cadeiras, chamada de alameda da leitura.

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

GA(ro)TOS

A minha irmã postou no Twitter uma mensagem mostrando este video que ela descobriu e achei uma forma muito leve de entretenimento. Por isso estou repassando para vocês.

http://www.youtube.com/watch?v=EjtVDG0drG0

domingo, 9 de agosto de 2009

Mario Cravo Neto




Estava escrevendo sobre Hiroshima, quando uma notícia me chamou a atenção. E me levou por uns instantes ao ano de 78, quando passei uma semana na casa de Mariozinho em Salvador com meu marido da época, um fotógrafo milanês. Mariozinho havia retornado de NY não fazia tempo e estava cheio de novas idéias como escultor e ftógrafo. Artista plástico que se expressava através de fotos, passamos alguns dias fantásticos entre mar, estúdio, sala de revelação e bate papo regado com rock e country da época. Lembro-me do seu pai Mario Cravo Junior em companhia da sua mãe Lúcia. Na sua casa, Eva e seus filhos, Christian e Lua ainda crianças. Como foi bom relembrar que naquela época meu envolvimento com a Arte era grande e vivia no meio de artistas plásticos. Era muito interessante ver Mario Cravo Neto transitar na Arte entre o internacional e o baiano com muita naturalidade e propriedade.

Ah, tenho dele um presente muito especial, uma foto. Então, eu subi rapidamente as escadas do meu apartamento até a sala onde se encontra uma foto minha emoldurada na parede. Ela é a lembrança desta minha visita à sua casa. É uma obra de Mariozinho, feita no seu estúdio da época com fundo infinito de lona surrada. Esse fundo que foi de tantas fotos suas premiadas e expostas em galerias mundo afora. Uma foto em preto e branco que gosto tanto. Quís fixá-la nesta página para vocês verem. É uma "metafoto" sem pretensão, mas porque a minha mão está refletida no vidro. Uma singela homenagem ao Mariozinho, com muito carinho.

Pois é, acredito que foi numa das reuniões na casa de May Suplicy aqui de São Paulo que encontrei pela primeira vez Mariozinho. Fiquei muito feliz de ter diagramado e finalizado um dos seus livros de fotos em conjunto com Pierre Verger... e muitas coisas mais... é estranho como a memória corre rápido sobre as imagens daquela época. Uma época muito produtiva para meu conhecimento artístico. Pena que nós seguimos depois caminhos bens diferentes e poucas vezes nós nos encontramos - em galerias e em maiores papos - depois daqueles anos intensos vividos tão próximos um do outro, flando de produção artística.

Agora, Mariozinho, nosso próximo encontro vai ser quem sabe, no outro estágio de nossas vidas.
Por isso me lembro do que escrevi naquele período e mesclo neste espaço em sua homenagem:

"Infinito é o amor no finito que é a vida.
Finito no infinito - fio da vida.
Vida por um fio.
Infinito amor - finito viver.
Fio infinito na vida finita"

Mais uma vez faz-se necessário lembrar Hiroshima

No dia 9 de agosto de 1945, exatamente às 08h15 AM os contornos da cidade de Hiroshima desapareceram do mapa juntamente com 140 mil pessoas, engolidos num enorme pé de vento e neblina no formato de um cogumelo. Ferros contorcidos, corpos incinerados, muito calor. Um calor incomensurável vindo de dentro das pessoas que sobreviveram atingidos pela radioatividade transformaram em feridas dolorosas. E, aqules que agonzavam, gritavam pedindo água numa paisagem deserta!.
Hoje totalmente reerguida, a cidade de Hiroshima é uma metrópole pujante, com muita área verde. Exatamente onde foi o epicentro da bomba fica a Praça da Paz, onde existe escombros de uma igreja católica e um lindo lago com um chafariz que fica o tempo todo jorrando água pura e cristalina vinda de várias fontes da cidade, como se cada um dos desparecidos pudessem saciar a sua sede a qualquer momento. E, na noite do dia 8 a população acendeu luminárias e colocaram nesta fonte em uma vigília. E, no dia 9 exatamente na hora do ataque todos os presentes ao evento abaixaram a cabeça em silêncio cumprimentando seus ancestrais e rezaram. Esta comemoração é repetido todos os anos e é para que o Mundo possa olhar para o passado e acabar com qualquer vontade de um holocaustro nuclear para desejos expansionistas de alguns países do mundo.
O prefeito de Hiroshima no seu discurso convidou todos o líderes mundiais a visitarem sua cidade, uma estátua viva da fraqueza humana que faz hoje 64 anos e persiste em nos assombrar ainda neste século 21, principalmente seu vizinho Coreia do Norte.
O canto "sembazuru" que significa 1000 grous (ave símbolo de longa vida no Japão) foi entoada por um coral de 1000 estudantes e muitos da audiência cantaram junto. Eram os sobreviventes da bomba ou seus descendentes.
Uma frase escrita num papel e que a TV fixou em close é o que deixo aqui como palavra final deste post de hoje: "Heiwa na sekai de shiyawase ni ikiyoo" - Vamos viver feliz no mundo pacífico.

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Em setembro, uma nova romancista fantástica.

Arte de Beléto Maya
Não é por ser minha irmã querida e única, mas por gostar de Literatura, considero a Sueli Tsumori (Giulia Moon) uma ótima autora de Literatura Fantástica. Quem gosta deste estilo sabe do que estou falando. E, para quem ainda não conhece, recomendo ler seus livros. Aliás tem o link para o blog "Phases da Lua" da Giulia na minha lista aqui ao lado. Acompanhem também. Bem, mas voltando ao livro, desta vez ela vai lançar no dia 3 de setembro-19h30 na Livraria SaraivaMegaStore do Shopping Pátio Paulista - R.Treze de Maio, 1.947 - Paraíso - SP-SP , um romance que tem como cenário o Japão feudal e o Brasil atual para o performance da personagem vampira Kaori.
"Kaori - perfume de vampira" da Giz Editora.